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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

terça-feira, 25 de agosto de 2015

SIMPLICIDADE


Só desejo perto de mim...
...sinceridade...
...conversa boa...
...simplicidade...
...gargalhada honesta...
...gente sem frescura...

Que se mantenha distante...
...falsidade...
...conversa fútil...
...ostentação...
...meios sorrisos...
...gente fresca...

Fonte da imagem: https://www.google.com.br/search?q=amizade+sincera&biw=1024&bih=673&source=lnms&tbm=isch&sa=X&sqi=2&ved=0CAYQ_AUoAWoVChMIhbCZ09bFxwIVTBaQCh2sFg-R#
Fonte do texto: Luísa Queiroz

domingo, 19 de julho de 2015

O AMOR CURA


"Amar não é apontar o defeito do outro e tentar corrigi-lo, não é tocar na ferida da alma do outro, mas sim envolvê-la com a atadura de carinho.

Amar é captar com mente afetuosa a imagem verdadeira, harmoniosa e perfeita, que existe por trás da imperfeição fenomênica da pessoa, e ajudá-la a manifestar esse verdadeiro aspecto. 

O amor maior é aquele em que a pessoa ama o outro incondicionalmente, sem jamais tocar nos pontos fracos dele.

Amar alguém é compreendê-lo.

Compreender uma pessoa é ser capaz de ajudá-la, de curá-la. 

Através do amor, Deus coloca em ação a Sua força curativa.

O amor jamais resulta em fracasso.

O amor elimina o medo.

O amor faz cumprir a lei de Deus.

Fonte do texto: trecho extraído da Revista Seicho-No-Ie Fonte de luz (Ano L nº 541 - Fevereiro/2015)
Fonte da imagem: https://www.google.com.br/search?q=o+amor+cura&biw=1024&bih=673&source=lnms&tbm=isch&sa=X&sqi=2&ved=0CAYQ_AUoAWoVChMIj6f7iLHoxgIVxI4NCh1GfQYq#

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

O PAI PERDOA


"O pai perdoa" é um daqueles escritos que - criados num momento de autêntico sentimento - toca a sensibilidade de alguns leitores e continua a repercutir dentro deles, a ponto de se tornar uma leitura favorita. Desde sua aparição, segundo o autor, W. Livingston Larned, foi reproduzido "em centenas de revistas, publicações empresariais e jornais de todo o país. Foi publicado em vários idiomas quase que na mesma proporção. Por vezes, um pequeno artigo, misteriosamente, parece `ligar' as pessoas. E este, sem dúvida, o conseguiu". (Dale Carnegie)


O PAI PERDOA


Escute, filho: eu estou dizendo isso enquanto você dorme, debruçado com a sua mãozinha debaixo do seu rosto e os cachinhos dourados molhados de suor grudados na testa. Eu entrei no seu quarto sozinho. Há poucos minutos atrás, enquanto eu estava sentado lendo meu jornal na biblioteca, fui invadido por uma onda de remorso sufocante. E, sentindo-me culpado, vim para ficar ao lado de sua cama.


Eu estive pensando sobre algumas coisas filho: fiquei bravo com você. Na ora em que se trocava para ir à escola, ralhei com você por não enxugar direito o rosto com a toalha. Chamei-lhe a atenção por não ter limpado os sapatos. Gritei furioso com você por ter atirado alguns de seus pertences no chão. Durante o café da manhã, também impliquei com algumas coisas. Você derramou o café fora da xícara. Não mastigou a comida. Pôs o cotovelo sobre a mesa. Passou manteiga demais no pão. E quando começou a brincar e eu estava saindo para pegar o trem, você se virou, abanou a mão e disse: "tchau, papai!" e, franzindo o cenho, em resposta lhe disse: "Endireite esses ombros!".


À tardezinha, tudo recomeçou. Voltei e quando cheguei perto de casa vi-o ajoelhado, jogando bolinha de gude. Suas meias estavam rasgadas. Humilhei-o diante de seus amiguinhos fazendo-o entrar na minha frente. As meias são caras – se você as comprasse tomaria mais cuidado com elas! Imagine isso, filho, dito por um pai!


Mais tarde, quando eu lia na biblioteca, lembra-se de como me procurou, timidamente, uma espécie de mágoa impressa nos seus olhos? Quando afastei meu olhar do jornal, irritado com a interrupção, você parou à porta: "O que é que você quer?", perguntei implacável. Você não disse nada, mas saiu correndo num ímpeto na minha direção, passou seus braços em torno do meu pescoço e me beijou; seus braços foram se apertando com uma afeição pura que Deus fazia crescer em seu coração e que nenhuma indiferença conseguiria extirpar. A seguir retirou-se, subindo correndo os degraus da escada.


Bom, meu filho, não passou muito tempo e meus dedos se afrouxaram, o jornal escorregou por entre eles, e um medo terrível e nauseante tomou conta de mim. O que o hábito estava fazendo de mim? O hábito de ficar achando erros, de fazer reprimendas - era dessa maneira que eu o vinha recompensando por ser uma criança. Não que não o amasse; o fato é que eu esperava demais da juventude. Eu o avaliava pelos padrões da minha própria vida.


E havia tanta beleza, bondade e verdade e seu caráter. O seu pequeno coração era tão grande quanto o sol que subia por detrás das colinas. E isto eu percebi pelo seu gesto espontâneo de correr e de dar-me um beijo de boa noite. Nada mais me importa nesta noite, filho. Entrei na penumbra do seu quarto e ajoelhei-me ao lado de sua cama, envergonhado!.


É uma tentativa inútil de arrependimento; eu sei que, se você estivesse acordado, não compreenderia essas coisas. Mas amanhã eu serei um papai de verdade! Serei o seu amigo, sofrerei quando você sofrer, rirei quando você rir. Morderei minha língua quando palavras impacientes quiserem sair pela minha boca. Eu irei dizer e repetir, como se fosse um ritual: "Ele é apenas um menino – um menininho!".


Infelizmente eu te vi como um homem. Mas, olhando-o agora, filho, encolhido e amedrontado no seu berço, eu entendo que ainda é um bebê. Ainda ontem esteve nos braços de sua mãe, a cabeça deitada no ombro dela. Eu fui muito, mas muito exigente.


Em lugar de condenar os outros, procuremos compreendê-los. Procuremos descobrir por que fazem o que fazem. Essa atitude é muito mais benéfica e intrigante do que criticar; e gera empatia, tolerância e bondade. "Conhecer tudo significa perdoar tudo".


Como disse o dr. Johnson: "O próprio Deus, não propôs julgar o homem até o final de seus dias". Então, por que você e eu o julgamos?


domingo, 16 de março de 2014

ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO



Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

Fonte: https://www.facebook.com/chicoxaviereamigos/photos/a.432925690081729.99296.432922793415352/723329067708055/?type=1&theater

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

terça-feira, 23 de abril de 2013

SEJA VERDADEIRO



“A palavra de Deus sempre exigirá de nós uma resposta.

É difícil nos manter indiferentes.

Mesmo que às vezes não damos muita importância,
a Palavra fica o tempo todo nos lembrando
deste ou daquele fato, e de como somos omissos
 no seu cumprimento.

Os doutores da lei e os sacerdotes daquele tempo
tinham uma preocupação com as palavras de Jesus.

Sabiam que muitos se convertiam e passavam a segui-lo.

Por isso, tentam calar a sua voz
difundindo notícias falsas sobre Jesus.

Mas a verdade sempre prevalece.

Mesmo tendo morrido na cruz,
Jesus vence as ciladas do inimigo
e fez muitos multiplicadores na terra.”


Propósito: Seja verdadeiro no dia de hoje. Seja mais honesto do que normalmente costuma ser. Leia o Salmo 138 (137).

Fonte da imagem: google
Fonte da mensagem: extraído de "Reflexões para um Brasil Cristão" (complemento mensal da revista Brasil Cristão - Março 2013 - ano 4 - nº 39

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A MÃE VERDADEIRA - JULGAMENTO SÁBIO DE SALOMÃO

Pouco tempo depois de receber a graça da Sabedoria, apresentaram-se duas mulheres a Salomão.
Uma disse: "Senhor, eu e esta mulher habitávamos na mesma casa. Durante a noite, estando a dormir, sufocou o filho e, aproveitando-se do meu sono, pôs o meu filho adormecido junto de si e colocou aos meus pés o seu filho que estava morto. De manhã, olhando de perto para ele, vi que não era o meu filho".
A outra mulher interrompeu: "Não, o meu filho é o que está vivo, o teu morreu".
A primeira replicou: "Não, o teu é que morreu. O que está vivo é meu".
E continuaram a disputar.
Então o rei disse: Trazei uma espada, dividi em duas partes o menino que está vivo e dai metade a cada uma!".
Cheia de amor ao seu filho, a mulher cujo filho estava vivo suplicou: "Senhor, peço-vos que lhes deis a ela o menino vivo e não o mateis!".
A outra, pelo contrário, dizia: "Não seja para mim nem para ti, mas divida-se".
Então Salomão disse: "Dai à primeira o menino vivo porque é ela a verdadeira mãe".
E assim todo o povo de Israel soube que a sabedoria de Deus assistia ao rei para julgar com retidão.
 
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